Convulsões em crianças adormecidas: sintomas, causas, tipos e tratamento

Convulsões em crianças adormecidas: sintomas

Olá, mamãe! Se você está lendo esse artigo, provavelmente já passou por algumas noites sem dormir, muitas preocupações e medos em relação à saúde do seu filho. E uma das situações que mais assustam as mães é quando a criança tem uma convulsão durante o sono.

Mas calma, nesse artigo vamos esclarecer tudo sobre convulsões em crianças adormecidas, desde os sintomas até o tratamento. É importante ressaltar que, apesar de assustadoras, as convulsões em crianças são relativamente comuns e geralmente não causam danos permanentes. Então, respire fundo e vamos entender um pouco mais sobre esse tema.

O que são convulsões?

As convulsões são mudanças temporais repentinas no movimento, sensação ou comportamento físico causado por impulsos elétricos anormais no cérebro. Esses impulsos podem ser causados por diversas condições, como febre, infecções, traumas, entre outros. As convulsões também podem ser chamadas de crises epilépticas, pois são causadas por uma alteração na atividade elétrica do cérebro.

As convulsões podem ter duração e intensidade diferentes, dependendo da parte do cérebro onde se originam. Em alguns casos, podem durar apenas alguns segundos, enquanto em outros podem durar vários minutos. Além disso, as convulsões podem ser um sintoma de outras condições, como a epilepsia, por exemplo.

Sintomas de convulsões em crianças

O principal sintoma de convulsão em crianças é a mudança repentina no comportamento e movimentação do corpo. Além disso, a criança pode apresentar outros sintomas, como:

- Movimentos involuntários dos braços e pernas;
- Olhos revirando;
- Morder a língua;
- Espuma na boca;
- Perda da consciência;
- Desmaios;
- Perda de controle da bexiga e intestino;
- Respiração ofegante;
- Coloração azulada nos lábios e rosto.

É importante ressaltar que nem sempre os sintomas serão os mesmos em todas as crianças. Além disso, os sintomas podem variar dependendo da causa da convulsão.

Causas das convulsões em crianças

As convulsões em crianças podem ser causadas por diversos fatores, e é importante identificar a causa para um tratamento adequado. Algumas das causas mais comuns de convulsões em crianças são:

- Febre: a febre pode ser uma das principais causas de convulsão em crianças, principalmente em crianças menores de 5 anos. Esse tipo de convulsão é conhecida como convulsão febril e geralmente é benigna.
- Infecções: algumas infecções, como meningite e encefalite, podem causar convulsões em crianças.
- Traumas: pancadas na cabeça ou acidentes que afetam o cérebro também podem causar convulsões.
- Distúrbios neurológicos: algumas condições neurológicas, como a epilepsia, podem causar convulsões em crianças.
- Distúrbios metabólicos: alterações no metabolismo, como hipoglicemia e hiponatremia, também podem desencadear convulsões.

Tipos de convulsões em crianças

Existem diferentes tipos de convulsões em crianças, e a classificação é feita de acordo com os sintomas e a causa. Alguns dos tipos mais comuns de convulsões em crianças são:

- Convulsão febril: como mencionado anteriormente, é uma convulsão que ocorre em crianças durante uma febre alta. Geralmente, é benigna e não causa danos permanentes.
- Convulsão tônico-clônica: é o tipo mais comum de convulsão, caracterizada por movimentos rítmicos e contraturas musculares.
- Convulsão mioclônica: é caracterizada por contrações musculares rápidas e intensas em partes do corpo, como braços e pernas.
- Convulsão ausência: nesse tipo de convulsão, a criança fica com um olhar fixo e parece estar ausente por alguns segundos.
- Convulsão atônica: é caracterizada por uma perda súbita do tônus muscular, fazendo com que a criança caia no chão.
- Convulsão parcial: é quando a atividade elétrica anormal no cérebro se limita a uma parte do cérebro, causando movimentos involuntários em uma parte do corpo.

Tratamento para convulsões em crianças

O tratamento para convulsões em crianças dependerá da causa e do tipo de convulsão. Em alguns casos, o tratamento pode não ser necessário, principalmente se a convulsão for causada por febre. No entanto, se a convulsão for recorrente ou se estiver associada a outros problemas de saúde, é importante buscar ajuda médica.

Em casos de convulsões recorrentes, o médico pode prescrever medicamentos anticonvulsivantes para controlar a atividade elétrica do cérebro. Além disso, é importante identificar a causa da convulsão e tratá-la adequadamente para prevenir novos episódios.

10 perguntas e respostas sobre convulsões em crianças

1. As convulsões em crianças são perigosas?
Não necessariamente. A maioria das convulsões em crianças não causam danos permanentes e geralmente são benignas.

2. Qual a diferença entre convulsão e epilepsia?
A epilepsia é uma condição neurológica que causa convulsões recorrentes. Já as convulsões podem ser causadas por diversas condições e nem sempre são recorrentes.

3. O que fazer se meu filho tiver uma convulsão?
Primeiro, mantenha a calma. Coloque a criança deitada de lado para evitar que ela se machuque. Não tente segurar a língua ou colocar objetos na boca. Após a convulsão, leve a criança ao médico para avaliação.

4. Meu filho teve uma convulsão febril, ele tem epilepsia?
Não necessariamente. A convulsão febril é comum em crianças e geralmente não está relacionada à epilepsia.

5. As convulsões podem ser prevenidas?
Em alguns casos, sim. Por exemplo, evitando febres altas e tratando infecções e outras condições de saúde que possam desencadear as convulsões.

6. Meu filho pode morrer durante uma convulsão?
Não é comum que isso aconteça. No entanto, é importante buscar ajuda médica em caso de convulsões recorrentes ou prolongadas.

7. É possível prever quando a criança terá uma convulsão?
Não. As convulsões são imprevisíveis e podem ocorrer em qualquer momento.

8. A convulsão pode ser hereditária?
Em alguns casos, sim. Alguns tipos de epilepsia têm relação com fatores genéticos, mas nem sempre é o caso.

9. A epilepsia tem cura?
Em alguns casos, sim. Existem tratamentos que podem controlar as convulsões e até mesmo levá-las à remissão.

10. Meu filho pode frequentar a escola mesmo tendo epilepsia?
Sim, desde que a condição esteja controlada e a escola esteja ciente da situação. É importante também orientar a criança sobre como agir em caso de convulsão.

Curiosidades sobre convulsões em crianças

- As convulsões são mais comuns em crianças do que em adultos.
- Nem todas as convulsões são causadas por epilepsia.
- Em alguns casos, as convulsões podem ser desencadeadas por estresse emocional.
- Alguns animais também podem ter convulsões, como cães e gatos.
- A música pode ajudar a acalmar uma criança durante uma convulsão.
- As convulsões podem acontecer durante qualquer fase do sono, mas são mais comuns durante o sono profundo.
- O uso de álcool e drogas pode aumentar o risco de convulsões em crianças e adultos.
- Algumas crianças podem ter convulsões apenas durante a adolescência e nunca mais apresentar episódios na vida adulta.
- Aproximadamente 70% das crianças que têm convulsões febris não desenvolvem epilepsia.
- As convulsões podem ser um sinal de que algo não está funcionando corretamente no cérebro, por isso é importante buscar ajuda médica para um diagnóstico e tratamento adequados.

Dicas para lidar com convulsões em crianças

- Mantenha a calma e não tente segurar a criança durante a convulsão.
- Evite colocar objetos na boca da criança ou tentar segurar a língua.
- Não jogue água ou outros líquidos na criança durante a convulsão.
- Não tente acordar a criança após a convulsão, deixe-a dormir.
- Procure ajuda médica em caso de convulsões recorrentes ou prolongadas.
- Converse com a escola sobre a condição da criança e oriente os professores sobre como agir em caso de convulsão.
- Mantenha um registro dos episódios de convulsão para auxiliar o médico no diagnóstico e tratamento.
- Identifique possíveis gatilhos para as convulsões e evite-os, se possível.
- Eduque a criança sobre a sua condição e como ela deve agir durante uma convulsão.
- Não se esqueça de cuidar também da sua saúde e bem-estar, pois cuidar de uma criança com convulsões pode ser desgastante emocionalmente.

Conclusão

As convulsões em crianças podem ser assustadoras, mas é importante manter a calma e buscar ajuda médica caso sejam recorrentes ou prolongadas. É fundamental identificar a causa e seguir o tratamento adequado para prevenir novos episódios. Além disso, é importante educar a criança sobre a sua condição e como agir durante uma convulsão. E não se esqueça de cuidar também da sua saúde e bem-estar para estar sempre bem preparada para cuidar do seu filho.

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