Por que meu filho agarra minha mão para dormir e quando ele vai parar de fazer isso

Por que meu filho agarra minha mão para dormir e quando ele vai parar de fazer isso

Olá, mamãe! Se você é como eu, que está sempre buscando informações sobre tudo relacionado à maternidade, então está no lugar certo. Neste post, vamos falar sobre um assunto que muitas mães se questionam: por que meu filho agarra minha mão para dormir e quando ele vai parar de fazer isso?

Dormir um bebê nem sempre é uma tarefa fácil, não é mesmo? Nos primeiros anos de vida, é comum que os pequenos adquiram alguns costumes para reconciliar o sono. E a maioria deles depende do cuidador, como mexer ou adormecer sozinho, mas um hábito bastante comum é o de agarrar a mão da mãe ou do pai para dormir.

Mas por que isso acontece? E quando essa fase vai passar? Vamos responder a essas e outras perguntas neste post, além de dar dicas e sugestões para lidar com esse hábito e ter uma noite de sono mais tranquila para todos. Então, continue lendo e confira!

Por que o bebê agarra a mão para dormir?

Primeiramente, é importante entender que o toque é essencial para o desenvolvimento emocional e físico do bebê. Desde o útero, ele já é capaz de sentir o toque da mãe e isso traz uma sensação de segurança e proteção. Por isso, é natural que o bebê se sinta mais calmo e relaxado quando está em contato com a mãe ou o pai.

Além disso, o ato de segurar a mão é uma forma de apego e conexão com o cuidador. Para o bebê, que ainda não tem total controle do seu corpo e da sua autonomia, segurar a mão é uma maneira de se sentir mais próximo e seguro. É como se ele dissesse: "Estou aqui, não me deixe sozinho".

Quando esse hábito começa e quando vai parar?

Não existe uma idade exata em que o bebê começa a segurar a mão para dormir, pois cada criança tem seu próprio ritmo de desenvolvimento. Alguns bebês já começam a fazer isso desde os primeiros meses de vida, enquanto outros podem começar a manifestar esse comportamento a partir dos 6 meses.

E quando ele vai parar de fazer isso? Bom, essa também é uma resposta que varia de criança para criança. Alguns bebês podem continuar com esse hábito até os 2 ou 3 anos de idade, enquanto outros podem parar mais cedo, por volta de 1 ano e meio.

O importante é entender que esse é um comportamento natural e que, com o tempo, o bebê vai aprender a dormir sozinho, sem precisar da mão da mãe ou do pai.

Por que é importante respeitar esse hábito?

Algumas mães podem se sentir incomodadas ou até mesmo frustradas com o hábito do filho de segurar a mão para dormir. Mas é importante entender que esse é um comportamento natural e que é importante respeitá-lo.

Ao respeitar o desejo do bebê de segurar a mão para dormir, você está fortalecendo o vínculo entre vocês e proporcionando um ambiente de segurança e confiança para o seu filho. Além disso, ao sentir-se protegido e amparado, o bebê tende a ter um sono mais tranquilo e profundo, o que é fundamental para o seu desenvolvimento.

O que fazer quando esse hábito começa a atrapalhar o sono?

É comum que, em alguns momentos, o hábito do bebê segurar a mão para dormir comece a atrapalhar o sono. Isso pode acontecer, por exemplo, quando o bebê só consegue dormir se estiver segurando a mão da mãe ou do pai, o que pode ser cansativo para o cuidador.

Nesses casos, é importante avaliar a rotina do bebê e procurar maneiras de diminuir a dependência da mão para dormir. Algumas dicas que podem ajudar são:

- Criar uma rotina para o sono: tenha horários fixos para colocar o bebê para dormir, assim ele se acostuma com uma rotina e tende a dormir melhor;

- Fazer a transição gradual: se o bebê está acostumado a dormir segurando a mão, tente fazer a transição de forma gradual, começando por diminuir o tempo que ele segura a mão e, aos poucos, deixando-o dormir sem essa ajuda;

- Oferecer outros objetos de transição: alguns bebês se apegam a objetos, como um cobertor ou um bichinho de pelúcia, para dormir. Você pode tentar oferecer outro objeto que traga conforto e segurança para o seu filho;

- Manter a calma: é importante manter a calma e não forçar o bebê a dormir sem segurar a mão. Isso pode gerar ansiedade e tornar o processo mais difícil. Lembre-se de que cada criança tem seu próprio tempo e que, com paciência e persistência, tudo se ajeita.

O que fazer quando o bebê acorda durante a noite e pede para segurar a mão?

É comum que, durante a noite, o bebê acorde e peça para segurar a mão para voltar a dormir. Isso pode acontecer por diversos motivos, como desconforto, medo ou simplesmente por querer a segurança da mãe ou do pai.

Nesses casos, é importante avaliar a causa do despertar e agir de acordo. Se o bebê está com algum desconforto, como fome ou frio, é importante atender às suas necessidades. Mas se ele está simplesmente pedindo para segurar a mão, você pode tentar acalmá-lo com palavras de conforto e oferecer o objeto de transição, se ele tiver um.

E se o hábito persistir?

É normal que, mesmo depois de tentar todas essas dicas, o bebê continue segurando a mão para dormir. E está tudo bem! Cada criança tem seu próprio tempo e, com o passar dos meses, o hábito tende a diminuir até que, finalmente, o bebê consiga dormir sozinho.

Mas se, mesmo depois de 2 ou 3 anos, o hábito persistir e começar a atrapalhar a rotina do bebê e da família, é importante procurar ajuda de um pediatra ou de um psicólogo infantil. Eles poderão avaliar a situação e oferecer orientações e estratégias para lidar com o problema.

Conclusão

Segurar a mão para dormir é um hábito comum em bebês e faz parte do desenvolvimento emocional e físico da criança. É importante respeitar esse comportamento e entender que, com o tempo, o bebê vai aprender a dormir sozinho.

Se o hábito estiver atrapalhando o sono do bebê, é importante avaliar a rotina e procurar maneiras de diminuir a dependência da mão. Mas lembre-se de que cada criança tem seu próprio tempo e que, com paciência e amor, tudo se ajeita.

Espero que esse post tenha esclarecido suas dúvidas sobre por que o bebê agarra a mão para dormir e quando ele vai parar de fazer isso. Se você gostou, compartilhe com outras mães e deixe um comentário contando a sua experiência. Até a próxima!

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